terça-feira, 15 de junho de 2021

Exposição NAPOLEÃO - 200 anos da morte de Napoleão

Foto: Miriam Girardot


Por mais admirado e polêmico, Napoleão Bonaparte é uma figura complexa cuja vida oscila entre heroísmo e tragédia, vitória e derrota, avanços modernos e medidas regressivas.

Joséphine, a primeira esposa de Napoleão I

Por ocasião do bicentenário de sua morte, o RMN - Grand Palais, La Villette e Re Re / Adonis estão oferecendo uma exposição espetacular, mostrando um verdadeiro retrato de um personagem fascinante que moldou a França atual. 

Porque conhecer Napoleão é entender o mundo em que vivemos. 

Marie-Louise, a segunda esposa de Napoleão  I
que lhe deu um herdeiro.

Da ascensão ao declínio da aventura imperial, a exposição retrata em nove seções esse período crucial, desde os momentos-chave da história da França até a vida íntima e romântica do imperador.


Napoleão I como um imperador romano.
Vestido com uma toga, uma coroa de louro,
um cetro na mão e o Código Napoleônico
na outra mão, e a águia símbolo do império. 

A participação particularmente generosa do Musée de l'Armée, do Musée national du château de Fontainebleau, do Musée du Louvre, do Musée national des châteaux de Malmaison e Bois-Préau, do Mobilier national, da Fondation Napoléon e da contribuição excepcional do museu National do Palácio de Versalhes e o Trianon reuniram mais de 150 peças originais, reunidas aqui pela primeira vez. 


A condessa polonesa Marie Walewska
conheceu Napoleão I em 1807, se tornaram
amantes e tiveram um filho

Obras-primas criadas durante o Império, objetos excepcionais que pertenceram a Napoleão e criações contemporâneas se sucedem em uma jornada cronológica e educacional. 

Esse retrato de Napoleão pintado por David
é o mais emblemático


Vastas reconstruções, assim como numerosos dispositivos digitais, oferecem aos visitantes uma verdadeira imersão no coração desses momentos decisivos da história da França. 


Uma seção da exposição, projetada com a Fundação para a Memória da Escravidão, é dedicada aos temas da política colonial de Napoleão e do restabelecimento da escravidão.


Exposição NAPOLÉON 

Local: La Villette

Data: 28 de maio ao 19 de dezembro 2021

Ingresso: 18€ com data e horário marcado e 23€ bilhete aberto






segunda-feira, 7 de junho de 2021

Longa conexão no aeroporto de Paris. O que fazer ?

Foto: Miriam Girardot


Você está passando pelo CDG (Charles de Gaulle) ou Orly em Paris e terá que ficar mais de 8 horas para fazer a conexão ? 


É muito tempo para ficar dentro de um aeroporto. 


Vários passageiros em conexão aproveitam para fazer uma visita em Paris.


Eu ofereço um serviço feito sob medida:


- encontro no terminal de sua chegada no aeroporto CDG (Charles de Gaulle) ou Orly. Chegando do aeroporto de Beauvais, o encontro é na Porte Maillot, em Paris;


- a locomoção do aeroporto ao centro de Paris é feita de trem/metrô.      

Do Terminal 2 do CDG até o centro de Paris Les Halles são 39 minutos de trajeto.     Do aeroporto de Orly até o centro de Paris leva-se entre 30 e 50 minutos;


- o passeio é feito a pé, utilizando o transporte público para os grandes deslocamentos e economizar tempo;


- roteiro personalizado de acordo com os seus interesses, do seu ritmo e principalmente do tempo disponível;


- acompanhamento na volta ao aeroporto.


Me escreva para elaborarmos um roteiro bem ajustado ao tempo da sua conexão em Paris, assim que passar essa pandemia e tudo voltar ao normal !

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Depoimentos

O passeio foi espetacular, foram uma das horas mais incríveis da minha vida.
Conseguimos fazer tudo que desejávamos. 
As fotos também incríveis, e com certeza, nos veremos novamente em Paris!
Renata Carvalho e Alexandre Izuhara - Japão



Este foi um dia mágico e memorável. Ir para Paris não estava nos meus planos, mas meu vôo teve uma conexão de 10 horas no Charles de Gaulle e eu fiquei encorajado a visitar a cidade. Sem a ajuda da Miriam não teria conseguido visitar tantas atrações turísticas em tão pouco tempo. Merci Miriam, à bientôt !
Rômulo Ferreira - Rio de Janeiro

 

Olá! Viajei pra Turquia e na volta tive uma conexão de 10h. Foi minha 3ª visita à cidade e contratei a Miriam para passearmos em Paris.
Ela é uma excelente guia, me deu muitas informações, além de ser uma simpatia em pessoa! Recomendo!
Paula Oliveira - Barra Mansa-RJ

quinta-feira, 18 de março de 2021

Dia 18 de março 1871 - Comuna de Paris


A Liberdade guiando o povo de Eugène Delacroix - Museu do Louvre

No dia 18 de março de 1871, deu-se início à COMUNA DE PARIS, uma das mais importantes insurreições populares do séc.XIX e da história de Paris, que durou 72 dias.
A primeira tentativa da história, de um governo regido pelo proletariado.
OS MOTIVOS DA INSURREIÇÃO:
- o não reconhecimento do governo da Assembléia Nacional (que era em sua maioria, monarquistas);
- uma reação à derrota francesa na guerra franco-prussiana de 1870, quando Paris foi ocupada pelas tropas alemães e a população passou fome;
- a escolha de uma organização do tipo libertária, baseada na democracia direta, que deu origem ao comunalismo.
QUEM ERAM OS INSURGENTES?
Os arquivos da repressão à Comuna permite formar um retrato social dos insurgentes: trabalhadores parisienses, idade média 30 anos, muitos operários da construção civil, os diaristas, operários metalúrgicos entre outros, assalariados, sapateiros,
comerciantes de vinho, trabalhadores na edição de livros altamente politizados...
O FIM DA COMUNA DE PARIS
Erros estratégicos de combate, falta de clareza na liderança do movimento, levaram o fim da Comuna.
Adolf Thiers era o presidente do novo Governo Provisório da Defesa Nacional, que se refugiou em Versalhes e fez uma repressão sangrenta que fez cerca de 30 mil vítimas.
ALGUMAS DAS PRINCIPAIS REFORMAS DA COMUNA DE PARIS:
- o trabalho noturno foi extinto;
- jornada de trabalho de 11 horas passou a 8 horas diárias;
- uma previdência social foi instituída;
- os sindicatos foram legalizados;
- a pena de morte foi abolida;
- a Educação se tornou gratuita, laica e obrigatória;
- escolas noturnas foram criadas e todas as escolas passaram a ser de sexo misto;
- igualdade entre os sexos;
- Separação do Estado e da Igreja, que deixou de ser subvencionada pelo Estado e os espólios sem herdeiros passaram a ser do estado.
A foto do feed é da obra de Delacroix "A Liberdade guiando o povo" inspirada da revolução das Três Gloriosas de 1830 que se encontra no Museu do Louvre.

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

A Ladurée vai ser vendida ???

Foto: Miriam Girardot


Uma notícia que está dando o que falar nos últimos dias é sobre a venda da Ladurée.
Fundada em 1862, ficou famosa pelos seus macarons, mas se diversificou seus produtos (de pâtisserie, salgados além dos chaveiros, velas, écharpes…) após ter sido adquirida em 1993, pela família Holder, a mesma proprietária da rede Paul.

David Holder há 27 anos na presidência da Ladurée, fez um comunicado recentemente que está refletindo sobre uma nova estratégia para a Ladurée, ou seja, a entrada de capital através de um novo acionário (especializado no turismo e no luxo), mas que ele permanecerá como presidente da empresa.

Com a pandemia e a ausência de turistas estrangeiros, o faturamento em 2020, caiu em dois terços, para menos de 50 milhoes de euros, o que dificulta manter a estrutura da empresa, que possui 41 lojas na França, 66 lojas em 22 países e cerca de 1760 funcionários.
As lojas do Japão e do Oriente Médio são as únicas que continuam operando como antes do aparecimento do covid.

A Ladurée da Champs Elysées inaugurada em 1997, representa um terço das vendas na França. Tão elegante quanto o 1° endereço da marca, na rue Royale, n°16, é na avenida mais famosa do mundo que possui um espaço perfeito. Funciona como restaurante, salão de chá, bar e um espaço take away.

Aliás, a Ladurée foi uma das primeiras a criar o salão de chá em Paris, no período do 2° Império, em que a moda eram os cafés luxuosos.
A esposa de Louis Ernest Ladurée teve a idéia de misturar o café parisiense e a pâtisserie, surgindo assim, o salão de chá que acolhia as mulheres com toda a liberdade.

O meu endereço favorito é o da Champs Elysées, que sempre incluo no roteiro dos meus clientes.
E quase sempre sem fazer fila. 
Quando passar essa pandemia, venha fazer uma visita guiada comigo !

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Os ursos invadem Paris

Café Les Deux Magots 
Foto: Miriam Girardot


Como os cafés e restaurantes continuam fechados, quem está ocupando os lugares dos habitués são os ursos de Gobelins (1,40cm) que surgiram em 2018, no 13ème arrond. e agora estão invadindo todos os bairros de Paris.
Um momento de doçura em meio à essa pandemia.

Abertura dos jardins do Museu Rodin


Uma excelente notícia: reabertura dos jardins do Museu Rodin desde o dia 16 de janeiro.

São 3 hectares de jardim, um dos mais bonitos dos museus parisienses.

Dois percursos: Jardim do Orfeu e O Jardim da Primavera.

Várias obras espalhadas pelos jardins, como O Pensador, a Porta do Inferno, Balzac, Os Burgueses de Calais, Orfeu, Afrodite...

Horário de funcionamento:
Das 10h00-17h00 - último acesso as 16h30
Preço: 6€ tarifa normal e 4,50€ tarifa reduzida
Se nevar, os jardins não abrirão.


La Pagode em Paris



La Pagode foi construída em 1896, pelo arquiteto Alexandre Marcel, num período em que o japonismo estava em voga.

Foi um presente do diretor do Bon Marché (a primeira loja de depto do mundo) à sua esposa Madame Morin.

A inauguração foi um jantar para 100 convidados com a Orquestra da Opèra de Paris. Ela fez inúmeras recepções até falecer em 1917.

Em 1931, o local foi transformado em cinema com duas salas, aliás,o único cinema do 7ème arrond.

La Pagode se tornou um dos locais cult dos cinéfilos.

Foi inscrita ao Monumento Histórico em 1990.

O cinema foi fechado em 2015. Dois anos mais tarde foi vendido ao magnata americano Charles S. Cohen.

E um projeto de renovação está em curso para reabrir como cinema e outras atividades culturais.

Estranhamente, na manhã do primeiro dia de confinamento em 11/05/2020, as árvores do jardins foram derrubadas. O jardim tinha sido classificado como Monumento Histórico em 1983.

Foto: Miriam Girardot



quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

A rainha francesa Maria Antonieta


Maria Antonieta - Marie-Antoinette d'Autriche, tornou-se esposa do rei Louis XVI, aos 14 anos de idade.

Não foi uma rainha amada pelo povo francês. Era considerada perdulária e promíscua, que influenciava o rei a favor dos interesses austríacos.

Os franceses a chamavam de L'Autre-chienne, um trocadilho.
Autrichienne significa "mulher austríaca" e autre-chienne "outra cadela".

Após a Revolução Francesa em 1789, a família real foi transferida ao Palácio de Tuileries (Louvre).
Em 1791, houve uma tentativa de fuga à Varennes.
No ano seguinte, foram enviados à Prisão do Temple e a monarquia foi abolida.

O rei Louis XVI foi guilhotinado em 1793 e Maria Antonieta foi julgada, condenada por alta traição e guilhotinada em outubro do mesmo ano.

Maria Antonieta foi a rainha francesa mais famosa e de muitas controvérsias, sendo a personagem de livros, filmes e produtos variados.




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sábado, 12 de dezembro de 2020

Natal na minha cidade: Paris

Cupula da Galeria Lafayette
Foto: Miriam Girardot


CALENDARIO ARQUITETONICO


Edição Especial


O Natal em minha cidade: Paris


Galeria Lafayette - foto: M. Girardot
Galeria Lafayette
Foto: Miriam Girardot

A cada final de ano, a cidade se transforma, um ar mágico e festivo toma conta da cidade.


Coluna de Julho - Bastilha
Foto: Miriam Girardot


Paris entra num ritmo frenético porque diferentemente do Brasil, o comércio não funciona até as 22:00, assim o transporte público, as ruas, as lojas, tudo fica lotado no mês de dezembro.


Bercy Village 
Foto: Miriam Girardot

E além das compras, há muitas atrações:


- as lindas vitrinas de Natal da Galeria Lafayette, da Printemps, Le Bon Marché;


- as iluminações de Natal em toda a cidade: Champs Elysées, avenue Montaigne, Place de la Concorde, Bastilha, rue Faubourg Saint-Honoré, Hotel de Ville e Bercy Village e nas ruas de comércio; 


- as feiras de Natal que se espalham por toda a cidade. São mais de 20 feiras, desde pequenas e grandes como a da La Défense e dos Jardins des Tuileries (antes na Champs Elysées);


- espetáculos tradicionais de final de ano: circo, musical, show, teatro e cinema;


- o Grand Palais oferece 3.000m2 de espaço para patinação no gelo e há outros rinques menores espalhadas na cidade.


Este ano de pandemia, apenas as vitrinas e as iluminações de Natal foram mantidas.


Foto: Miriam Girardot

Assim como uma pequena feira de Natal no Hotel de Ville  e os carrosséis gratuitos do dia 11 de dezembro ao 03 de janeiro.


Westifield Les Halles
Foto: Miriam Girardot

Torcendo muito para que a vacina contra o covid-19 seja eficiente e que possamos voltar à  vida normal !


Louis Vuitton da Place Vendôme
Foto: Miriam Girardot





The Conran Shop em Paris



Em Paris, a marca The Conran Shop ocupa este lindo prédio (séc.XIX), com estrutura metálica assinada por Gustavo Eiffel.
Fica na esquina das rue du Bac e Babylone, em frente ao Le Bon Marché, ocupando 1.700m2.
Terence Conran foi um famoso designer inglês, falecido recentemente em setembro último.
Em 1964, ele criou a marca Habitat (atualmente uma marca francesa), que seria como a Tok Stok do Brasil, popularizando os móveis para serem montados em casa, um conceito muito usada pela sueca Ikea.




sábado, 28 de novembro de 2020

O sol mais presente em Paris

Ao contrário do Brasil, onde o sol chega até nos incomodar, aqui no hemisfério norte até contamos quantas horas de sol temos durante o ano. 

Uma média anual de 1.661 horas de sol em Paris. 

Desde o início de 2020, já passamos de 2.023 horas de sol e ainda temos o mês de dezembro para contabilizar. 

A última vez que Paris ficou longo tempo ensolarada assim foi em 1959. Quando a temperatura atual é 12°C máxima e 3°C mínima, o sol faz uma grande diferença no nosso dia a dia. 

E a partir deste sábado, dia 28 de novembro, teremos autorização de caminhar, fazer exercícios ou flanar, até 3 horas e num raio de 20km, quer dizer que estaremos livres para ir onde quisermos em Paris (mesmo que seja por apenas 3 horas) !😊🙃🙂 

Exposição NAPOLEÃO - 200 anos da morte de Napoleão

Foto: Miriam Girardot Por mais admirado e polêmico, Napoleão Bonaparte é uma figura complexa cuja vida oscila entre heroísmo e tragédia, vit...