Sempre tive uma grande paixão pelas viagens, em descobrir lugares novos, pessoas e costumes diferentes…


Ao longo dos últimos vinte anos viajei pelos cinco continentes, totalizando 36 países.


Foi viajando que encontrei a minha vocação. Me tornei guia de turismo no Rio de Janeiro, onde estudei e obtive a credencial nas categorias: regional, nacional e internacional pela Embratur.


Em 2000, me casei e acabei fixando residência em Paris. Aqui fiz vários cursos como História da Arte na Escola do Louvre, História da Arte Renascentista na Escola Superior de Artes Aplicadas Duperré, além de outros cursos livres sobre o patrimônio artístico de Paris: arquitetura, pintura, escultura, jardins, etc.


Sou oficialmente Guia de Turismo em Paris com carteira profissional emitida pelo Ministério do Turismo e da Cultura da França.


Assim com o olhar de uma viajante e de uma profissional da área, tenho oferecido meus serviços de acompanhamento, organização e consultoria para turistas brasileiros em Paris.


Bienvenue à Paris !


Miriam Tanno Girardot


domingo, 1 de novembro de 2020

Jardim de Luxembourg



CALENDÁRIO ARQUITETÔNICO

2a. Edição “Vivendo a cidade”
Tema 2 - Jardim histórico: Jardim de Luxembourg
É um dos jardins mais charmoso e agradável de Paris.
Os adultos adoram caminhar, tomar sol, dormir, paquerar, ler, ouvir música, jogar tênis de campo, bridge, xadrez, praticar artes marciais …
Enquanto para as crianças há inúmeros atrativos.
Como pertence ao Senado Francês, fazer piqueniques sobre o gramado é proibido, mas é possível comer sentado nas cadeiras espalhadas.
Também há dois cafés próximos ao coreto, além de chalés que vendem brinquedos e guloseimas.



O nome do palácio e do jardim com 8 hectares construído em 1581, vem do primeiro proprietário François de Luxembourg, um duque, descendente distante do 1° Conde do Grão Ducado de Luxembourg.



Depois do assassinato de rei Henri IV, a viúva Maria de Médicis queria a todo custo deixar o palácio do Louvre, que considerava um local triste e sem charme.
A rainha-mãe se apaixonou pelo palácio e o adquiriu em 1612. Foi a primeira aquisição de uma longa série, e apesar de suas dificuldades financeiras, ela realizou transações complexas até sua partida para o exílio em 1631. Inclusive, adquiriu 16 hectares adicionais para expandir o parque e criar um jardim inspirado nos jardins da sua infância, em Florença. Totalizando 25 hectares.



Durante a Revolução, o palácio se transformou em prisão, depois em prefeitura do Sena (prefeitura do departamento/estado), sede do Senado (Império), foi ocupado pelos alemães durante a 2a. Guerra, atualmente continua sendo ocupado pelo Senado Francês.




Fotos: Miriam Girardot

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