Sempre tive uma grande paixão pelas viagens, em descobrir lugares novos, pessoas e costumes diferentes…


Ao longo dos últimos vinte anos viajei pelos cinco continentes, totalizando 35 países.


Foi viajando que encontrei a minha vocação. Me tornei guia de turismo no Rio de Janeiro, onde estudei e obtive a credencial nas categorias: regional, nacional e internacional pela Embratur.


Em 2000, me casei e acabei fixando residência em Paris. Aqui fiz vários cursos como História da Arte na Escola do Louvre, História da Arte Renascentista na Escola Superior de Artes Aplicadas Duperré, além de outros cursos livres sobre o patrimônio artístico de Paris: arquitetura, pintura, escultura, jardins, etc.


Sou oficialmente Guia de Turismo em Paris com carteira profissional emitida pelo Ministério do Turismo e da Cultura da França.


Assim com o olhar de uma viajante e de uma profissional da área, tenho oferecido meus serviços de acompanhamento, organização e consultoria para turistas brasileiros em Paris.


Bienvenue à Paris !


Miriam Tanno Girardot


sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

De David à Delacroix no Museu da Vida Romântica em Paris

Emile Signol (1804-1892) Folie de la fiancée de Lammermoor 
O Museu da Vida Romântica apresenta na exposição "Faces do Medo" (Visage de l'Effroi), um dos seus temas favoritos sobre os artistas românticos: a violência e o terror. O artista romântico é considera
do um artista melancólico porque é um artista que mostra o seu medo e seu mal-estar num mundo onde os homens devem manter a sua razão, seu sangue-frio.
Após a queda do Antigo Regime e da monarquia, as guerras napoleônicas e a fome que desestabilizava a França, tanto no seu plano político como social e cultural. Os artistas repensam as suas obras e introduzem seus sentimentos durante o período da "La Terreur (Revolução Francesa)", depois das guerras napoleônicas, o horror é onipresente no cotidiano francês.  
Assim, no Museu da Vida romântica, reúne obras de Delacroix, Géricault, Ingres, David e muitos outros, mostrando como os artistas mudaram sua forma de representar o terror em reação ao traumatismo revolucionário. A expressão dos rostos retratados é o objetivo da obra, oferecendo um foco sobre as reações visíveis nos rostos, fazendo ressentir os sentimentos de medo da população.
Naquela época, os artistas ofereciam um diálogo entre o mundo dos mortos e os vivos, em obras quase mórbidos que serão descobertas nesta exposição cheia de trabalhos inéditos.

Léon Cogniet - Tête de femme et d'enfant 
Data: 03 de novembro 2015 à 28 de fevereiro 2016
Local: Musée de la Ve Romantique - 16, rue Chaptal, 9eme. arrond. - 
Metrô: Saint-Georges linha 12, Pigalle linhas 2 ou 12, Blanche linha 2, Liège linha 13
Horário: 10h00 às 18h00 - fechado nas 2as.feiras 
Ingresso:
7 € tarifa normal e 5 € tarifa reduzida

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