Sempre tive uma grande paixão pelas viagens, em descobrir lugares novos, pessoas e costumes diferentes…


Ao longo dos últimos vinte anos viajei pelos cinco continentes, totalizando 35 países.


Foi viajando que encontrei a minha vocação. Me tornei guia de turismo no Rio de Janeiro, onde estudei e obtive a credencial nas categorias: regional, nacional e internacional pela Embratur.


Em 2000, me casei e acabei fixando residência em Paris. Aqui fiz vários cursos como História da Arte na Escola do Louvre, História da Arte Renascentista na Escola Superior de Artes Aplicadas Duperré, além de outros cursos livres sobre o patrimônio artístico de Paris: arquitetura, pintura, escultura, jardins, etc.


Sou oficialmente Guia de Turismo em Paris com carteira profissional emitida pelo Ministério do Turismo e da Cultura da França.


Assim com o olhar de uma viajante e de uma profissional da área, tenho oferecido meus serviços de acompanhamento, organização e consultoria para turistas brasileiros em Paris.


Bienvenue à Paris !


Miriam Tanno Girardot


terça-feira, 31 de março de 2015

Dia da Mentira no Brasil e Poisson d'Avril na França


Se no Brasil o dia 1° de Abril é o "Dia da Mentira", aqui na França é o "Poisson d'Avril" (Peixe de Abril).
As vitrinas das padarias e chocolaterias são decoradas com chocolates em forma de peixe. 
Se bem que esse ano, como a Páscoa está muito próxima, as vitrines estão mais decoradas para a Páscoa do que para o "Poisson d'Avril".
Dizem que tudo começou aqui, com a adoção do calendário gregoriano pelo rei Carlos IX, que determinou que o ano novo fosse comemorado no dia 1° de janeiro. 
A tradição era de se darem pequenos presentes no primeiro dia de ano novo, e muitas pessoas continuaram a fazê-lo no dia 1° de abril.
Assim, os demais passaram a dar falso presentes e pregar trotes para zombar. 
Mas não se sabe ao certo a origem da utilização do peixe.
Esse período era próximo da Quaresma, então o peixe era o presente mais comum.
Talvez porque o dia 1° de abril era o dia em que a pesca se tornava proibida, pois era o período reprodutivo.
E oferecer arenques aos pescadores era uma maneira de zombar deles.
Ou porque o peixe é o ultimo signo de inverno (europeu) do zodíaco. 
Em seguida, o hábito popular se instala: um peixe de verdade era pendurado nas costas das pessoas. 
Nos dias atuais, as crianças se divertem colando um papel em forma de peixe nas costas das pessoas. 





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