Sempre tive uma grande paixão pelas viagens, em descobrir lugares novos, pessoas e costumes diferentes…


Ao longo dos últimos vinte anos viajei pelos cinco continentes, totalizando 35 países.


Foi viajando que encontrei a minha vocação. Me tornei guia de turismo no Rio de Janeiro, onde estudei e obtive a credencial nas categorias: regional, nacional e internacional pela Embratur.


Em 2000, me casei e acabei fixando residência em Paris. Aqui fiz vários cursos como História da Arte na Escola do Louvre, História da Arte Renascentista na Escola Superior de Artes Aplicadas Duperré, além de outros cursos livres sobre o patrimônio artístico de Paris: arquitetura, pintura, escultura, jardins, etc.


Sou oficialmente Guia de Turismo em Paris com carteira profissional emitida pelo Ministério do Turismo e da Cultura da França.


Assim com o olhar de uma viajante e de uma profissional da área, tenho oferecido meus serviços de acompanhamento, organização e consultoria para turistas brasileiros em Paris.


Bienvenue à Paris !


Miriam Tanno Girardot


quinta-feira, 3 de abril de 2014

Retrospectiva Henri Cartier-Bresson

Brasserie Lipp foto de Cartier-Bresson
Cartier-Bresson é considerado como o pioneiro da fotojornalismo aliada à fotografia de arte. 
Para alguns, ele é uma figura mítica da fotografia do século XX, que a sua longevidade permitiu atravessar, levando o seu olhar sobre os principais acontecimentos que marcaram sua história. 
Em 1952, publicou o livro "Images à la sauvette", cuja edição em inglês foi "Momento Decisivo". No prefácio filosófico, Cartier-Bresson cita uma frase do cardeal de Retz (século 17): "Não há nada neste mundo que não tenha um momento decisivo". Ele aplicava esse conceito ao seu estilo fotográfico. "Para mim, fotografar é reconhecer no mesmo instante e em uma fração de segundo, o significado do evento, bem como sua organização precisa das formas que dão à esse evento a sua própria expressão".
Fez fotos para revistas como Life, Vogue e Harper's Bazaar que o fizeram viajar pelo mundo, registrando imagens únicas. Foi o primeiro fotógrafo da Europa Ocidental  a registrar a vida na União Soviética após a morte de Stalin, de maneira livre. Fotografou os últimos dias de Gandhi, a Guerra Civil espanhola, a entrada triunfal de Mao Tsé-Tung em Pequim e os eunucos imperiais chineses, logo após a Revolução Cultural.  Ao longo da sua carreira, ele fotografou personagens como Pablo Picasso, Henri Matisse, Marie Curie, Édith Piaf, Fidel Castro e Ernesto "Che" Guevara...
Em 2003, quando Cartier-Bresson estava com 95 anos, criou uma fundação que leva o seu nome para assegurar a conservação e divulgação da sua obra. Ele faleceu um ano mais tarde.
O Centro Pompidou homenageia o grande Henri Cartier-Bresson, dez anos após sua morte. São 350 fotos, filmes, documentos e arquivos que propõem uma releitura dos grandes acontecimentos do século XX através do "L'oeil du siècle" - O olho do século, como ele foi definido por um dos seus melhores biógrafos, Pierre Assouline. 
A exposição começou no dia 12 de fevereiro e termina no dia 09 de junho.
Centre Pompidou: Place Georges-Pompidou - 4eme arrond. 
Metrô:
Rambuteau linha 11
Hôtel de Ville linhas 1 e 11
Châtelete-Les Halles linhas 1, 4, 7, 11 e 14
Todos os dias, exceto as 3as.feiras, das 11h00 às 23h00, apenas para a exposição de Henri Cartier-Bresson.
Assim como a abertura antecipada às 10h00 aos sábados, domingos e feriados para os aderentes do Centre Pompidou e para os visitantes munidos de ingresso.
Somente no dia 05 abril, o Centre abrirá excepcionalmente às 10h30.
Ingresso: 13 €

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