Sempre tive uma grande paixão pelas viagens, em descobrir lugares novos, pessoas e costumes diferentes…


Ao longo dos últimos vinte anos viajei pelos cinco continentes, totalizando 35 países.


Foi viajando que encontrei a minha vocação. Me tornei guia de turismo no Rio de Janeiro, onde estudei e obtive a credencial nas categorias: regional, nacional e internacional pela Embratur.


Em 2000, me casei e acabei fixando residência em Paris. Aqui fiz vários cursos como História da Arte na Escola do Louvre, História da Arte Renascentista na Escola Superior de Artes Aplicadas Duperré, além de outros cursos livres sobre o patrimônio artístico de Paris: arquitetura, pintura, escultura, jardins, etc.


Sou oficialmente Guia de Turismo em Paris com carteira profissional emitida pelo Ministério do Turismo e da Cultura da França.


Assim com o olhar de uma viajante e de uma profissional da área, tenho oferecido meus serviços de acompanhamento, organização e consultoria para turistas brasileiros em Paris.


Bienvenue à Paris !


Miriam Tanno Girardot


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

O Museu Marmottan é o museu que possui o maior acervo das obras de Claude Monet no mundo

Foto: Miriam ATG
Desde o dia 14 de setembro 2017, o Museu Mamottan Monet, inaugurou a exposição "Monet Collectionneur - Monet Colecionador", que terminará  em 14 de janeiro 2018.
Claude Monet, o mais famoso dos pintores impressionistas, também era o mais secreto dos colecionadores.
As obras-primas que ele reuniu ao longo de sua vida, constituem um conjunto excepcional  e raro.
Pela primeira vez, o museu revela essa paixão secreta e organiza uma exposição inédita que ele reuniou ao longo de sua vida.
Com as pinturas, desenhos e esculturas assinadas por Delacroix, Corot, Boudin, Jongkind, Manet, Renoir, Caillebotte, Morisot, Pissaro, Rodin e Signac, revelam uma parte escondida da vida do artista.
Esta exposição oferece uma oportunidade única para descobrir qual foi o panteão sentimental e artístico do líder dos impressionista.

História do Museu Marmottan Monet

O antigo pavilhão de caça de Christophe Edmond Kellermann, que levava o título de Duque de Valmy, foi adquirido por Jules Marmottan, em 1882. 

Relógio em estilo 1° Império de Claude Galle
O filho deste, Paul Marmottan, tornou o pavilhão em residência, ampliou a casa para receber a coleção do pai que era apaixonado pela Idade Média e Renascença e a dele, que por sua vez, era apaixonado pelas obras de arte do 1° Império.

Na sua morte, em 1932, legou à Academia de Belas Artes, todas as suas coleções, bem como sua mansão que se tornou o Museu Marmottan em 1934, bem como a biblioteca de Boulogne, rica em documentos históricos. 

Les Agaphantes - Claude Monet - 1914-1917 
Em 1957, o Museu Marmottan Monet recebeu como doação a coleção de Victorine Donop de Monchy, que era formada por onze obras impressionistas, sendo uma delas, "Impression, soleil levant - Impressão, nascer do sol", herdada de seu pai Dr. Georges de Bellio, que foi médico de Manet, Monet, Pissao, Sisley e Renoir, e um dos primeiros apaixonados pela pintura impressionista. 

Michel Monet, segundo filho de Claude Monet, legou sua propriedade de Giverny e sua coleção de pinturas herdadas de seu pai para o Museu Marmottan,  à Academia de Belas Artes em 1966. 

Desta forma, o Museu possui a maior coleção de obras de Claude Monet no mundo. 

Jacques Carlu, o arquiteto acadêmico e conservador do museu, construiu uma sala inspirada nas grandes salas do Museu de l'Orangerie, para receber a coleção. 

As obras reunidas por Henri Duhem e sua esposa Mary Sergeant, vieram admiravelmente completar a coleção do museu, graças à generosidade da filha Nelly Duhem, em 1987. 

Henri Duhem era pintor e apoiava os pós-impressionistas, foi também foi um colecionador apaixonado que reuniu as obras de seus contemporâneos. 

Em 1996, a Fundação Denis e Annie Rouart foi fundada no Museu Marmottan Monet, respeitando os desejos de sua benfeitora. 

Les enfants à la vasque de Berthe Morisot - 1886
O museu enriquece suas coleções com obras de prestígio de Berthe Morisot, Edouard Manet, Edgar Degas, Auguste Renoir e Henri Rouart. 

Em 1980, Daniel Wildenstein oferece uma excepcional coleção de 313 iluminuras (um tipo de pintura) dos séculos XIII e XVI do seu pai, Georges Wildenstein, ao Museu Marmottan. 

Desde então, muitos outros legados igualmente importantes foram adicionados às coleções do museu, como as de Emile Bastien Lepage, Vincens Bouguereau, Henri Le Riche, Jean Paul Léon, André Billecocq, Gaston Schulmann, Florence Gould Foundation, Roger Hauser, Cila Dreyfus e Thérèse Rouart.

Musée Marmottan Monet
2, rue Louis-Boilly, 16eme 

Métro       
Ligne 9 Arrêt : La Muette

RER         
Ligne C Arrêt : Boulainvilliers 

Horário
De 3a.feira a domingo
Das 10h00 às 18h00

Às 5as.feiras aberto até as 21h00
Permitida a entrada até as 20h30 
 Tempo previsto de visita de 1h30 em média

Fecha nas 2as.feiras,  1° de maio, 25 de dezembro e 1° de janeiro

Tarifas
Tarifa normal: 11 €
Tarif reduzida : 7,50 €
Menores de 18 anos, estudantes menores de 25 anos, professores, acompanhantes de deficientes físicos 
Gratuito: 
crianças até 6 anos, deficientes físicos, jornalistas

Billet jumellé Coupe-fille - billette combinado corta-fila
Adulto: 20, 50€
Tarifa reduzida: 12 € (crianças acima de 7 anos e estudantes menores de 25 anos)
Deficiente fisico: 4 € com apresentação de uma justificativa
Gratuito para crianças menores de 7 anos com apresentação de documento

Audio-guia 
Em francês/inglês das coleções permanentes e exposições : 3 €





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