Sempre tive uma grande paixão pelas viagens, em descobrir lugares novos, pessoas e costumes diferentes…


Ao longo dos últimos vinte anos viajei pelos cinco continentes, totalizando 35 países.


Foi viajando que encontrei a minha vocação. Me tornei guia de turismo no Rio de Janeiro, onde estudei e obtive a credencial nas categorias: regional, nacional e internacional pela Embratur.


Em 2000, me casei e acabei fixando residência em Paris. Aqui fiz vários cursos como História da Arte na Escola do Louvre, História da Arte Renascentista na Escola Superior de Artes Aplicadas Duperré, além de outros cursos livres sobre o patrimônio artístico de Paris: arquitetura, pintura, escultura, jardins, etc.


Sou oficialmente Guia de Turismo em Paris com carteira profissional emitida pelo Ministério do Turismo e da Cultura da França.


Assim com o olhar de uma viajante e de uma profissional da área, tenho oferecido meus serviços de acompanhamento, organização e consultoria para turistas brasileiros em Paris.


Bienvenue à Paris !


Miriam Tanno Girardot


sábado, 8 de fevereiro de 2014

A "Trilogia do Esquecimento" do Rodrigo Grotta no Festival de curtas em Paris

A Cinémathèque Française em Paris, vai exibir a "Trilogia do Esquecimento: Booker Pitman, Haruo Ohara e Satori Uso" do Rodrigo Grotta no encerramento do Festival do Cinema do Bolso - Cinéma de Poche, no dia 12 de maio de 2014 às 20:30. 
Cinémathèque Française: 51, rue de Bercy - 12me. arrond.



Bernard Payen, organizador do festival, trabalhou durante nove anos na Semana da Crítica em Cannes e também participou como júri de diversos festivais no Brasil, foi assim que percebeu o dinamismo dos jovens cineastas brasileiros. A participação de filmes brasileiros na Cinémathèque Française tem a intenção de despertar o interesse do público para outras culturas e mostrar a diversidade do cinema brasileiro. 
O cineasta Rodrigo Grotta teve seus curtas premiados no Festival de Gramado. A "Trilogia do Esquecimento" é sobre personagens que viveram na cidade de Londrina. 
Senti uma grande emoção ao ver os curtas do Rodrigo Grota há dois anos atrás. O Grotta tem uma grande sensibilidade, é talentoso e ele é um "pé vermelho" como eu, como são chamados os londrinenses. Mas principalmente, por conhecer a obra do Haruo Ohara, um imigrante japonês como os meus avôs paternos e maternos. A sua obra ilustra a vida não somente dele e da sua família, mas como da maioria dos imigrantes japoneses que se instalaram em Londrina, no Paraná. 
Haruo Ohara nasceu no Japão e imigrou ao Brasil em 1927. Onze anos depois, ele descobriu a fotografia, passando mais de cinqüenta anos fotografando. Deixou 8 mil negativos em preto-e-branco e 10 mil negativos coloridos, álbuns de fotos e centenas de fotografias de época, equipamentos fotográficos, objetos, livros e um diário que começou a escrever na sua chegada ao Brasil até 1992. Todo esse acervo foi doado em 2008 pela família ao Instituto Moreira Salles. 
Em agosto do ano passado, estive no Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro para ver a exposição das fotos do Haruo Ohara e paralelamente a exposição do francês Lartigue. Dois fotógrafos que tinham em comum registrar o seu cotidiano. 
No IMS - Instituo Moreira Salles

Agora é a vez do Haruo Ohara em Paris ! 
  A filha caçula do Haruo Ohara - Ontem e Hoje - no IMS

Cinémathèque Française - 51, rue de Bercy 
Metrô: Estação Bercy - linha 6 e 14 
Salle Jean Epstein
Ingressos:
Tarifa normal: 6,50 €

Fonte: rfpara ler o texto integral clique aqui
IMS - Instituto Moreira Salles clique aqui

Fotos: Miriam T. Girardot

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